Mundo
Guerra na Ucrânia
Zelensky em Bruxelas. Guerra na Ucrânia domina último dia do Conselho Europeu
Na véspera da sua participação no Conselho Europeu, Volodymyr Zelensky reuniu-se com o chefe da NATO, Mark Rutte, e realizou reuniões bilaterais com líderes europeus no sentido de reforçar o apoio a Kiev.
Volodymyr Zelensky participa esta sexta-feira no Conselho Europeu, onde irá pedir aos líderes dos 27 Estados-membros mais apoio militar e financeiro à Ucrânia e discutir como preparar a resposta ucraniana para o inverno.
O dia será marcado também pelo primeiro encontro oficial de Zelensky com o novo primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, depois dos bloqueios sucessivos que o anterior chefe do Governo húngaro, Viktor Orbán, impôs à ajuda europeia à Ucrânia.
Na reunião, os líderes irão debater a continuação do apoio à Ucrânia, incluindo as necessidades operacionais das suas infraestruturas essenciais na perspetiva do inverno.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou esta manhã que a mensagem dos 27 para Zelensky "é muito simples: o apoio da UE à Ucrânia está tão forte como sempre esteve".
"Pode sempre contar connosco", transmitiu ainda o ex-primeiro-ministro português ao presidente ucraniano. Andrea Neves - correspondente da RTP Antena 1 em Bruxelas
Já Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, assegurou que "uma coisa é absolutamente clara: não vamos levantar quaisquer sanções a menos que a Rússia ponha fim a esta guerra". No segundo dia de Conselho Europeu, os líderes irão ainda centrar-se no Médio Oriente, nomeadamente na liberdade de navegação e segurança marítima, e na migração, debatendo a necessidade de vigilância e de solidariedade entre Estados-membros.
No contexto do alargamento da UE, os líderes irão também fazer neste Conselho Europeu um balanço dos progressos da Ucrânia no sentido da adesão ao bloco.
À entrada da cimeira, o primeiro-ministro da Letónia, Andris Kulbergs, disse aos jornalistas que os membros da União Europeia estão unidos nas discussões sobre a adesão da Ucrânia ao bloco.
Os líderes europeus irão também debater “o comportamento cada vez mais agressivo da Rússia, incluindo os seus ataques híbridos em toda a Europa”, lê-se no site do Conselho Europeu.
Irão igualmente “fazer um balanço dos progressos alcançados na agenda da UE em matéria de prontidão de defesa e debater como manter o ritmo e acelerar os trabalhos, nomeadamente no que diz respeito à resolução de lacunas críticas em termos de capacidades militares”.Trump acusa Zelensky de fazer subir preços do petróleo
Entretanto, o cessar-fogo promovido pelos Estados Unidos parece ter falhado. A Ucrânia retomou os ataques às refinarias russas e Donald Trump reagiu na última noite com críticas duras a Kiev, acusando Zelensky de contribuir para a subida dos preços mundiais da energia.
"Tudo o que ele está a fazer é fazer subir o preço mundial do petróleo. Bem, acho que isso é uma vergonha", afirmou Trump numa entrevista à estação Newsmax.
"Há muitos alvos que se podem atingir, mas quando se ataca refinarias de gasóleo onde se produz, como sabem, gasóleo - e nós precisamos dele, o mundo precisa dele - então [Zelensky] não está a prestar um bom serviço ao mundo", acrescentou.
c/ RTP Antena 1
O dia será marcado também pelo primeiro encontro oficial de Zelensky com o novo primeiro-ministro da Hungria, Péter Magyar, depois dos bloqueios sucessivos que o anterior chefe do Governo húngaro, Viktor Orbán, impôs à ajuda europeia à Ucrânia.
Na reunião, os líderes irão debater a continuação do apoio à Ucrânia, incluindo as necessidades operacionais das suas infraestruturas essenciais na perspetiva do inverno.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou esta manhã que a mensagem dos 27 para Zelensky "é muito simples: o apoio da UE à Ucrânia está tão forte como sempre esteve".
"Pode sempre contar connosco", transmitiu ainda o ex-primeiro-ministro português ao presidente ucraniano. Andrea Neves - correspondente da RTP Antena 1 em Bruxelas
Já Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, assegurou que "uma coisa é absolutamente clara: não vamos levantar quaisquer sanções a menos que a Rússia ponha fim a esta guerra". No segundo dia de Conselho Europeu, os líderes irão ainda centrar-se no Médio Oriente, nomeadamente na liberdade de navegação e segurança marítima, e na migração, debatendo a necessidade de vigilância e de solidariedade entre Estados-membros.
No contexto do alargamento da UE, os líderes irão também fazer neste Conselho Europeu um balanço dos progressos da Ucrânia no sentido da adesão ao bloco.
À entrada da cimeira, o primeiro-ministro da Letónia, Andris Kulbergs, disse aos jornalistas que os membros da União Europeia estão unidos nas discussões sobre a adesão da Ucrânia ao bloco.
Os líderes europeus irão também debater “o comportamento cada vez mais agressivo da Rússia, incluindo os seus ataques híbridos em toda a Europa”, lê-se no site do Conselho Europeu.
Irão igualmente “fazer um balanço dos progressos alcançados na agenda da UE em matéria de prontidão de defesa e debater como manter o ritmo e acelerar os trabalhos, nomeadamente no que diz respeito à resolução de lacunas críticas em termos de capacidades militares”.Trump acusa Zelensky de fazer subir preços do petróleo
Entretanto, o cessar-fogo promovido pelos Estados Unidos parece ter falhado. A Ucrânia retomou os ataques às refinarias russas e Donald Trump reagiu na última noite com críticas duras a Kiev, acusando Zelensky de contribuir para a subida dos preços mundiais da energia.
"Tudo o que ele está a fazer é fazer subir o preço mundial do petróleo. Bem, acho que isso é uma vergonha", afirmou Trump numa entrevista à estação Newsmax.
"Há muitos alvos que se podem atingir, mas quando se ataca refinarias de gasóleo onde se produz, como sabem, gasóleo - e nós precisamos dele, o mundo precisa dele - então [Zelensky] não está a prestar um bom serviço ao mundo", acrescentou.
c/ RTP Antena 1